A Verdade Sobre o Pão — Por Que Seus Ancestrais Conseguiam Digeri-lo (E Por Que Você Talvez Não Consiga)
* Nossos ancestrais consumiam grandes quantidades de pão (até 7,3Kg por semana para homens e 3,6kg para mulheres na década de 1880) sem problemas digestivos generalizados vistos hoje. A dessecação pré-colheita com glifosato (aumentou 400% em duas décadas) deixa resíduos em produtos de trigo que podem perturbar o microbioma intestinal e contribuir para distúrbios digestivos
* As variedades modernas de trigo (transgênicos) foram seletivamente criadas para maiores rendimentos e compatibilidade com processamento industrial e mudanças climáticas, em vez de priorizar o valor nutricional ou a digestibilidade.
* A mudança de métodos de fermentação lenta e natural substituídos pela levedura comercial de crescimento rápido também eliminou a diversidade microbiana e a quebra de proteínas que tornavam o pão tradicional nutritivo e mais fácil de digerir
* Pães de “farinha enriquecida” contém nutrientes sintéticos e fragmentos de ferro (sulfato ferroso) que podem contribuir para o estresse oxidativo e podem não fornecer os benefícios de saúde pretendidos
* A fermentação tradicional do fermento natural decompõe as proteínas do glúten (particularmente a gliadina) em mais de 50% ao longo de 24 horas, tornando o pão mais digerível para muitas pessoas com sensibilidades
* A maioria dos pães comerciais contém aditivos ocultos, como óleos de sementes inflamatórios e produtos químicos nocivos, como bromato de potássio.
* Por isso a importância de consumir pães de fermentação natural em detrimento de pães embalados em supermercados.
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